Nada começou, e já quero saber como será o fim. Nada terminou, e eu esqueci como foi que eu comecei. Tudo acontece e é o nada que tenho procurado nesses últimos dias. Mas eu não faço nada para que isso aconteça, e é por isso que tudo tem acontecido, assim, dessa forma.
A gente inventa problemas, quando eles não existem. É que dói mais do que chorar o dia todo, ser feito de sorrisos. Não sou feito de sorrisos. Eles são arremessados de todos os lados contra mim, os vejo a me atingir, desvio, fujo, cubro-me, mas muitos prendem-se às minhas roupas, como velcro. Ao meu redor vejo gente adimirando todos esses sorrisos, sem, ao menos, ver que minha boca não estampa dente algum. São todos meus? São todos sinceros? Há motivo suficiente neles?
Estou sempre a procurar respostas, mesmo sabendo que cada nova resolução acaba gerando uma pergunta ainda mais difícil de responder. Eu só queria desligar o meu radar, por uns dias.
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